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26/08/2021 publi

Meu corpo, minhas regras

A moda é para todos, e quem decide o que lhe cai melhor é você!

Já faz um tempo – não muito distante – que a moda tem rompido com a ditadura dos padrões de beleza. As Semanas de Moda ao redor do globo têm demonstrado na prática como algumas das maiores marcas mundiais estão dando espaço à representatividade, com corpos e gêneros cada vez mais diversos. Isso é ótimo para abrir novos horizontes e abranger melhor a todos os públicos, mas como isso tem refletido no dia a dia das lojas e, consequentemente, dos consumidores finais?

Essa é uma preocupação constante da Diani Modas, que leva em consideração não apenas as últimas tendências, mas as principais necessidades de todos seus possíveis clientes. "Sabemos que vestir-se é também um ato social, uma forma de sentir-se bem consigo mesma e externar sua personalidade. Portanto vamos atrás de possibilidades para todos os corpos, para fornecer a cada um a opção que quiser, livre de amarras e julgamentos", afirma Dedy Guaragni, sócia-proprietária da Diani Modas.

As regras antigamente impostas para quem quisesse "seguir a moda", hoje já não mais se aplicam. Baixinhas podem usar comprimentos midi, gordas podem usar cropped, estampas e modelagens amplas são para quem quiser, não apenas exclusividade das magras, e por aí vai. Claro que ainda existem as dicas para valorizar cada silhueta e enaltecer os pontos que cada um quer ressaltar. Mas nada veste melhor um corpo que a autoestima!

"O público plus size – termo que já está caindo em desuso por discriminar, por definição, essa parcela da população – tem o desejo e o direito de se sentir acolhido e bem atendido em uma loja com diversas opções. Nós, como lojistas, sabemos como é difícil encontrar opções variadas para manequins acima de 46, e temos feito a nossa parte para mudar isso", relata Dedy.

Esse pensamento social tem também apelo financeiro para as marcas. Enquanto o setor apresentou queda de 5% no faturamento nos últimos três anos, conforme a Associação Brasileira de Vestuário (Abravest), o mercado para tamanhos maiores cresceu 21% no País. E não estamos falando de uma fatia pequena, já que os gordos representam cerca de 55% da população brasileira, de acordo com o Ministério da Saúde. Agora é a vez do mercado fazer a sua parte. "Moda plus size não significa apenas fazer roupas maiores, mas adaptar modelagens e caimentos para que valorizem as diversas silhuetas, reforçar costuras nos braços e pernas para maior conforto e proteção, e entregar opções nas mais variadas formas, estampas e cores. Na Diani Modas, estamos sempre em busca de novas marcas que contemplem esse público e contamos, inclusive, com a ajuda e sugestões de nossos clientes para isso. A ideia gordofóbica de que o corpo magro é o mais bonito e elegante é completamente defasada e as confecções precisam correr atrás dessa demanda", finaliza Dedy.


DIANI MODAS

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(49) 3322.5567 

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Revista Flash Vip, contando histórias desde 2003.
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