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19/10/2023 publi

A vida é uma luta que vale a pena

IOOC oferece cuidado integral aos pacientes com câncer através de uma equipe multidisciplinar

Há mais de um ano em Chapecó, o Instituto de Oncologia do Oeste Catarinense (IOOC) tem o propósito de facilitar o acesso aos melhores tratamentos, buscar a cura e amenizar o sofrimento dos pacientes com câncer de forma humanizada. Conforme o responsável técnico do IOOC, o oncologista clínico André Moreno, a segurança e qualidade dos tratamentos oferecidos pelo Instituto são garantidos através de reuniões multidisciplinares regulares, programas de treinamento continuado e constantes participações em congressos nacionais e internacionais dos integrantes da equipe assistencial. "Nosso serviço está apto e estruturado para proporcionar atendimento individualizado e multidisciplinar, com infusão de outros medicamentos injetáveis para terapias de alta complexidade, tudo isso fora do ambiente hospitalar convencional", informa Moreno. No IOOC, além de atendimento com oncologista clínico, psicóloga e nutricionista, são aplicadas terapias de alta complexidade 

para o tratamento do câncer, tais como Quimioterapia, Imunoterapia, Terapia Alvo e Terapia Infusional. "A aplicação das medicações é acompanhada durante todo o processo de infusão por um médico e enfermeiro qualificados, visando o bem-estar de cada paciente e a minimização de efeitos colaterais. A clínica está capacitada para o acolhimento de pessoas que lutam contra o câncer, com assistência farmacêutica completa e programas especiais de orientação ao paciente", afirma o médico. O preparo das quimioterapias exige muito cuidado, tanto ao profissional quanto para com a medicação. Ela é feita em sala exclusiva, em um equipamento chamado Cabine de Segurança Biológica. Na maioria das vezes, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral", explica o oncologista. De acordo com seu objetivo, a quimioterapia pode ser curativa, adjuvante, neoadjuvante ou paliativa.

A quimioterapia curativa é usada com o objetivo de obter o controle completo do tumor. A adjuvante, quando realizada após a cirurgia ou radioterapia, tem o objetivo de eliminar as células cancerígenas remanescentes, reduzindo a incidência de recorrência. A neoadjuvante, quando realizada antes de um outro tratamento definitivo, visa reduzir o tumor, aumentando a efetividade dos tratamentos que virão em seguida (cirúrgico ou radioterápico). E a quimioterapia paliativa não tem finalidade curativa e é utilizada para aumento da sobrevida do paciente, com melhor qualidade de vida (sem dor, sem falta de ar, melhora do apetite e da disposição). Já na radioterapia usa-se as radiações para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor, cuidadosamente planejada de modo a preservar o tecido saudável, tanto quanto possível. "No entanto, muitas vezes, tecidos saudáveis são afetados, provocando possíveis efeitos colaterais. Embora as células normais também possam ser danificadas pelo procedimento, elas se regeneram normalmente, o que geralmente não acontece com as células cancerígenas", salienta Moreno


IMPORTÂNCIA DO ATENDIMENTO HUMANIZADO AO PACIENTE ONCOLÓGICO


De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são esperados 704 mil casos novos de câncer no Brasil para cada ano do triênio 2023-2025, com destaque para as regiões Sul e Sudeste, que concentram cerca de 70% da incidência. O tumor maligno mais incidente no Brasil é o de pele não melanoma (31,3% do total de casos), seguido pelos de mama feminina (10,5%), próstata (10,2%), cólon e reto (6,5%), pulmão (4,6%) e estômago (3,1%). Em homens, o câncer de próstata é predominante, totalizando 72 mil casos novos estimados a cada ano do próximo triênio. Já nas mulheres, o câncer de mama é o mais incidente (depois do de pele não melanoma), com 74 mil casos novos previstos por ano até 2025. 

André relata que, ao receber um diagnóstico de câncer, é natural que surjam preocupações, medos, ansiedade e alterações de humor no paciente devido à situação desconhecida que representa uma ameaça à saúde. "Cada pessoa lida com essas informações de maneira única e subjetiva, pois vários fatores estão envolvidos, como a história de vida, crenças, rotinas, traumas, histórico de câncer na família ou não, e a relação individual com a doença". De acordo com o Observatório de Oncologia, a chance de um paciente com câncer desenvolver depressão pode chegar a mais de 30%. Portanto, é fundamental que todos os pacientes oncológicos e seus familiares recebam o acompanhamento de um profissional especializado. "O tratamento do câncer é difícil, gira em torno da esperança, superação e confiança na equipe de saúde e em si mesmo. Mais que doenças, tratamos pessoas", finaliza


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Revista Flash Vip, contando histórias desde 2003.
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